Câmara Municipal de Portalegre

Museus

 

MUSEU MUNICIPAL DE PORTALEGRE

 

Criado em 1901 por proposta do Dr. Severino Sant’Anna Marques, o Museu Municipal de Portalegre foi inaugurado em 1918 nas dependências da Câmara Municipal, onde ocupou uma pequena sala.

Em 1959, o Museu é transferido do Mosteiro de São Bernardo – onde se encontrava desde 1932 – para a sua atual localização, uma casa nobre do séc. XVI situada junto à Sé de Portalegre, que fora anteriormente Seminário Diocesano, Escola Normal e Escola Primária.
 
Nesse mesmo ano o edifício entra em obras de adaptação, tendo-se procedido á inauguração das novas instalações do Museu a 28 de Maio de 1961.

O Museu Municipal de Portalegre possui uma riquíssima coleção de Arte Sacra, – proveniente, na sua quase totalidade, de dois antigos conventos de Portalegre, Santa Clara e São Bernardo – Mobiliário, Faiança Portuguesa e outras Artes Móveis, provenientes maioritariamente de doações de particulares.


MORADA

Museu Municipal de Portalegre
Rua José Maria da Rosa
7300 – 110 Portalegre
Coordenadas GPS: Latitude: 39º 17’ 29.04” Norte  - Longitude: 7º 26’ 00.21” Oeste

 

HORÁRIO DO MUSEU

De Terça-feira a Domingo

Horário de Verão: 9h30 -13h00 | 14h30 - 18h00

Horário de Inverno: 9h00 - 12h30 | 13h30 - 17h00

Encerrado às 2ªs feiras e feriados

Tarifário de entrada no Museu (em vigor a partir de 23 de Maio de 2012)

 

GRUPOS

Marcação obrigatória para todos os grupos | Telefone:351 245 307 525  |  E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

SERVIÇO DE EDUCAÇÃO

Com diversas atividades sempre com marcação | Telefone:351 245 307 525  |  E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

Foto museu municipal

 





MUSEU JOSÉ RÉGIO

A Casa-Museu José Régio em Portalegre foi instalada naquela que foi a habitação de José Régio durante 34 anos.

Quando José Régio foi colocado no Liceu Mouzinho da Silveira, em Portalegre, na casa funcionava uma pensão, onde se hospedou.

Data dos finais do século XVII e terá sido um anexo do convento de S. Brás, do qual ainda existem alguns vestígios, nomeadamente da capela. Também serviu como quartel-general aquando das guerras peninsulares e muito mais tarde pensão 21.

José Régio alugou um humilde quarto e à medida que a necessidade de espaço aumentava com a ampliação constante da sua coleção, ia alugando as outras dependências da casa, até que se transformou em hóspede único.

Em 1965 vende a sua coleção à Câmara Municipal de Portalegre com a condição desta adquirir a casa, restaurar e transformar em Museu. Ficaria com o usufruto e só à sua morte este passaria para a Câmara. Tal não aconteceu, pois José Régio morre a 22 de Dezembro de 1969 e o Museu só veio a abrir a 23 de Maio de 1971.

COLEÇÕES

As coleções estão distribuídas por 17 salas de exposição permanente e por uma sala de reservas, em dois pisos.

COLEÇÕES EXPOSTAS

  • escultura
  • pintura
  • faiança
  • mobiliário
  • metais
  • têxteis
  • registos

RESERVA

  • escultura
  • faiança
  • numismática/medalhística
  • registos
  • trabalhos pastoris (marcadores de pão e bolos, cornas, polvorinhos, chavelhas e colheres)
  • Ferros forjados

Além deste espólio, a Casa-Museu possui um variado acervo literário dividido entre a própria casa, as reservas e o centro de estudos.

Este espólio resultou do gosto, de José Régio, pelas antiguidades pelo coleccionismo que segundo diz, nasceu-lhe cedo por influência do seu avô. Mas foi no Alentejo que se ampliou e desenvolveu. A região era fértil e rapidamente se espalhou que havia um professor de Liceu que gostava e comprava coisas velhas. Começou por ser um passatempo, uma mania, mas depressa se transforma numa actividade regular, num vício.

Compra, vende e troca. Tinha épocas. A dos pratos: os "ratinhos" - uma faiança popular de Coimbra, trazida por migrantes que vinham ceifar ao Alentejo e no final das fegas os trocavam por roupas e tecidos, os de Estremoz, de Miragaia, de Fervença...

Os estanhos, os cobres, e na cozinha os ferros forjados e outras curiosidades do artesanato alentejano - marcadores de pão e bolos, as pintadeiras, dedeiras ou canudos e os trabalhos em chifre como as cornas e os polvorinhos.

E não podemos deixar de referir a colecção de arte sacra. Os Cristos, a sua grande colecção, nas mais diversas apresentações e representações são, essencialmente, em madeira e de arte popular. Feitos por quem tinha um certo jeito, faziam parte do enxoval das noivas, em tempos idos no Alentejo!


CONTACTOS

Rua José Régio, Boavista-Portalegre

Telefone: 245 307 535
Fax: 245 307 542
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HORÁRIO

De Terça-feira a Domingo

Horário de Verão: 9h30 -13h00 | 14h30 - 18h00

Horário de Inverno: 9h00 - 12h30 | 13h30 - 17h00

Encerrado às 2ªs feiras e feriados


PREÇÁRIO


Adultos - 2.10 €

Estudantes* - (até aos 14 anos)* Grátis
Reformados* - 1€
Visitas de Grupo (10 pessoas ou mais) - 1€* mediante comprovação documental

 

 fotos CMJR

 

 

MUSEU DA TAPEÇARIA DE PORTALEGRE GUY FINO

É um museu especificamente dedicado à apresentação, conservação e estudo de uma parcela fundamental do património artístico nacional representado pelas Tapeçarias de Portalegre. Para a sua constituição foi imprescindível o apoio do Instituto Português de Museus e a colaboração da Manufactura de Tapeçarias de Portalegre, que contribuiu para a constituição do museu, com o depósito de um conjunto significativo de coleções.

Ao atribuir ao Museu de Tapeçaria de Portalegre o nome de Guy Fino pretendeu-se prestar a justa homenagem ao homem que definitivamente integrou Portugal na lista dos grandes produtores internacionais de Tapeçaria.

O Museu dispõe, para além das áreas de exposição permanente, de uma Galeria de Exposições Temporárias e de um Auditório com capacidade para 150 pessoas. A Cafetaria, o Foyer e o Jardim são espaços complementares de fruição pública, com capacidade de adaptação a diversas atividades de carácter lúdico e cultural.

 

A EXPOSIÇÃO

O Museu encontra-se dividido em dois núcleos distintos; no primeiro, correspondente ao piso térreo, apresenta-se a componente histórica relativa à Manufactura de Tapeçarias de Portalegre bem como os processos técnicos de execução da tapeçaria de Portalegre, enquanto o segundo núcleo, no piso 1, é dedicado á apresentação exclusiva de obras de tapeçaria, tentando seguir, tanto quanto possível, uma linha cronológica que acompanha o desenvolvimento desta arte, desde o seu nascimento em Portalegre, em finais dos anos 40 do século XX, até à atualidade.

Assim, podem ser vistas obras de uma grande variedade de autores, nacionais e estrangeiros que têm feito tapeçaria em Portalegre, de entre os quais destacamos Almada Negreiros, Guilherme Camarinha, Maria Keil, Júlio Pomar, Vieira da Silva, Maria Velez, Costa Pinheiro, Sá Nogueira, Lurdes de Castro, Eduardo Nery, Menez, Graça Morais, José de Guimarães ou ainda Jean Lurçat e Le Corbusier, entre muitos outros.

CONTACTOS

Rua da Figueira, n.º 9
7300-139 Portalegre
Coordenadas GPS: Latitude: 39.29244765 Longitude: -7.43291885

Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Marcação de Visitas / Informações - Tel. 245 307 530 - Fax. 245 307 545

HORÁRIO

De Terça-feira a Domingo

Horário de Verão: 9h30 -13h00 | 14h30 - 18h00

Horário de Inverno: 9h00 - 12h30 | 13h30 - 17h00

Encerrado às 2ªs feiras e feriados

 

 

 fotosMTP

 

CASTELO

Embora as referências históricas ao castelo sejam poucas e dispersas, parece certo que já existiria em meados do século XIII; será todavia o rei D. Dinis que, integrando a cidade na propriedade da coroa em 1300, realizará as maiores obras de fortificação.

Construído numa época em que os castelos eram essenciais à defesa e organização bélica das povoações, a evolução das armas e táticas guerreiras acabou por tornar obsoletos estes grandes baluartes.

Assim também o Castelo de Portalegre – as suas muralhas foram sendo destruídas ou integradas em novas construções à medida que a população, outrora confinada ao interior das fortificações, se foi expandindo e aumentando, de forma que o antigo traçado está já muito alterado; é todavia ainda reconhecível para quem se disponha a passear a pé pela cidade, e algumas das suas portas são ainda local de passagem (como as de Alegrete, da Devesa e do Postigo).

O prolongamento, no início do séc. XX, da Rua do Castelo, determinou a destruição de parte dos muros que ligavam o Páteo de Armas à Torre de Menagem; voltar a estabelecer essa ligação foi um dos objetivos da obra que pode atualmente ser visitada. A nova estrutura, de conceção arrojada, combina a madeira e a pedra, materiais de conotação medieval, em três pisos: no rés-do-chão, a Receção; no 1º andar, uma Galeria de Exposições Temporárias; e no 2º andar, uma sala de onde se pode desfrutar de ampla vista panorâmica sobre a cidade. O 1º andar, apoiado sobre a muralha original, estabelece uma ponte sobre a rua do Castelo, fazendo a passagem para a Torre de Menagem através de um passadiço que permite ter uma visão sobre o futuro Centro Interpretativo e leva a um lanço de degraus em pedra que, rasgados na espessura da parede, conduzem a uma magnífica sala de abóbada reconstruída no séc. XVII.

 

ATIVIDADES

A visita ao castelo é livre. (não se efetuam, por enquanto, visitas guiadas)

Em fase de preparação, encontra-se um circuito pedestre guiado, com partida do Castelo, seguindo o percurso da antiga muralha.


CONTACTOS

Rua Luís Barahona (antiga Rua do Castelo)
Tel.: 245 307 540
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HORÁRIO

De Terça-feira a Domingo

Horário de Verão: 9h30 -13h00 | 14h30 - 18h00

Horário de Inverno: 9h00 - 12h30 | 13h30 - 17h00

Encerrado às 2ªs feiras e feriados

Entrada Livre

 

 

 fotos castelo

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